sexta-feira, 16 de março de 2012

Diário abstrato

Hoje acordei mais uma vez assim,
Tão perto de você, mas longe de mim!
Entretanto, hoje, entendo o fim.
Pois da fruta, quando comes, sou só o caroço, a semente
Que, após se deliciar do seu fruto,
Me descarta para que finalmente,
Nem a terra nem as aves enfim
Se aproveitem de mim!

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